A palavra "anencefalia" significa ausência de cérebro. Trata-se de patologia fetal letal na maioria dos casos. Bebês com anencefalia possuem expectativa de vida muito curta.
O risco de incidência aumenta 5% a cada gravidez subseqüente. Inclusive, mães diabéticas têm seis vezes mais probabilidade de gerar filhos com este problema. Há também maior incidência de casos de anencefalia em mães muito jovens ou nas de idade avançada. A anomalia pode ser diagnosticada, com muita precisão, a partir da 12 semanas de gestação, através de um exame de ultra-sonografia, quando já é possível a visualização do segmento cefálico fetal. De modo geral, os ultra-sonografistas preferem repetir o exame em uma ou duas semanas para confirmação diagnóstica.
Nos últimos anos, com os avanços tecnológicos que permitem exames precisos para este tipo de malformação fetal, juízes têm dado autorizações para que as mulheres com gravidezes de fetos anencéfalos pudessem efetuar a interrupção da mesma, decisões comumente alvos de protestos de grupos religiosos.
Existe um caso de anencefalia no Brasil em que a criança completou 1 ano de vida no dia 20 de dezembro de 2007. Este caso tem surpreendido a medicina por todo mundo. A criança teve alta do hospital e vive com a mãe, em casa. Ela não tem o córtex cerebral mas tem o tronco cerebral que é responsável pela respiração e pelo batimento cardíaco.
Um comentário:
Você poderia me indicar fonte de onde você conseguiu e informação desta criança que viveu um ano da qual você faz referência do final do seu texto. Meu e-mail é: alineandrade.castro@gmail.com
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